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outubro 14, 2009

Soñando Viejas Luces de Hungría

Já sei que o livro foi adulado pela crítica e pelo público (muito predisposto a isso) e que há nomes sagrados que não podem ser postos em causa. Eu li-o, fiquei indiferente, e os anos foram apagando os traços do enredo. Há, no entanto, uma frase que perdura e que tem qualidades de epitáfio.

Por sorte me restavam os sonhos, e em sonhos eu estava sempre numa ponte do Danúbio, às horas mortas, a fitar suas águas cor de chumbo.
Chico Buarque, Budapeste

Carlos Miguel Fernandes

Publicado por CMF às outubro 14, 2009 02:47 AM

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Comentários

Para mim esse livro teve o mérito de ser um justo elogio ao magiar que tenho a sorte de nos últimos dias ter ouvido 'cantar' na banal conversa entre um pequeno grupo de húngaros.

Publicado por: Nuno Vieira Matos em outubro 14, 2009 08:35 AM

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