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março 06, 2008
Ajde Beograde, Kolo da Igramo (agora completo)
Há o barulho e as multidões. Há o convívio desregrado entre avenidas aprumadas e becos esconsos. Rios e oceanos abordam-nas para o ritual de ablução e com as suas marés conduzem o baptismo eterno que lava os pecados da noite com águas quase sempre imundas. E a grandeza das áreas ocupadas despista a ilusão da imortalidade, ensinando-nos que há uma caducidade inerente à existência que nem o fardo da primogenitura consegue contornar.
São duras, as cidades.
No entanto, são também vórtices sábios que nos apartam dos ardis da natureza. As cidades foram feitas por homens, para homens, e os campos imaculados servem apenas para lucubrações de poetas ou para escapatória de espíritos pouco confortáveis com a complexa, e patética, condição humana. Nem todos conseguem desempenhar com convicção o papel de Sísifo.
Mas é astuta a natureza, e eu, que nunca me rendo ao seu chamamento, reconheço no mar uma arma forte contra a minha disposição empedernida, uma lança apontada ao calcanhar frágil de um corpo de andarilho. O caso não é grave. Não peço que me atem a um mastro quando a maresia se mostra, até porque, muitas vezes, a sugestão de fim do mundo e serenidade que emana do mar é apenas um mesmerismo que se desmonta com algum esforço. São águas traiçoeiras, e só a reflexão cuidada permite ultrapassar a barreira do delírio e entender a verdadeira fonte de sedução. Olivier Rolin percebeu tudo e alvitrou uma tese atrevida: os Açores estão mais perto de serem o centro do mundo do que a estação de Perpignan. Eu mirava o Atlântico, desde a plataforma continental de Portugal, buscando um sentimento esquecido, sem sucesso, quando a angústia me atingiu com imagens de Kotor. Ali estava eu, um felizardo em pleno usufruto de um paraíso português, mas a sonhar com as terras remotas do Montenegro. Que estranho acometimento era esse que me fazia desejar uma finisterra em detrimento de outra? A resposta já me havia sido dada um ano antes, depois de atravessar mais uma vez a Sérvia e entrar no Montenegro.

Chegámos a Novi Sad de comboio, ao final da tarde, como sempre.
Faltavam poucas semanas para que os Balcãs e o mundo assistissem a mais uma etapa da desagregação da Jugoslávia; a independência do Montenegro já tinha data marcada, e era para lá que íamos, para o novo Estado, o fruto moderno de um sentimento nacionalista fabricado pela Sérvia como estratégia para combater o império otomano. (Era uma decisão fresca. Numa região de embates e confluência de culturas, não é fácil acertar com os trilhos.) Os montenegrinos são sérvios, e o rumo que a História tomou só demonstra como é fácil manipular sentimentos. Qualquer identidade, desde que separatista, é passível de construção, e os homens controlam-se com cordelinhos descarados. (Já dizia E. O. Wilson: Doutrinar os seres humanos é de uma facilidade absurda.) Antes de atirar a primeira pedra ao telhado de vidro da Sérvia − a batalha de 1389, uma derrota metamorfoseada em lenda fundadora, a morte de Lazar travestida de vitória espiritual − talvez seja melhor olhar com cuidado para os próprios mitos. Há os que unem e os que separam. Será isso critério de distinção? No meio de tudo isto sobra a Vojvodina.
![[18c] Novi Sad, Agosto 2004 366-11.jpg](http://no-mundo.weblog.com.pt/arquivo/%5B18c%5D%20Novi%20Sad%2C%20Agosto%202004%20366-11.jpg)
Chegámos a Novi Sad, ao final da tarde e logo fomos para o centro procurar um hotel.
Passámos ao lado de velhos conhecidos, o Putnik, o Vojvodina, sempre fascinantes no seu anacronismo, e largámos as malas no Fontana, um hotel-restaurante situado na parte velha da cidade, mesmo em frente da Galeria da Associação de Fotografia de Novi Sad (Galeria Fkvsv), e a dois passos das melhores konobas: a Orkus, a Vinski Podrum, e a mais recente La Nuit des Gitanes, uma casa (e não uma konoba/cave no sentido estrito do termo) transformada em saleta de espectáculos por um roma regressado a Novi Sad após “uma vida” passada em Paris. Na Sérvia também havia malas de cartão. Talvez continue a haver. De cartão, como parecem ser feitos os instrumentos musicais dos ciganos que actuam nas konobas inundadas de fumo e álcool, a nicotina entranhada nas paredes e um cheiro intenso a cerveja morta derramada nas noites anteriores e infiltrada no chão tosco. Cerveja morta que todos os dias ressuscita e dá cor ao lugar quando roda pelas pequenas multidões que aos fins-de-semana invadem estes museus da música tradicional da Vojvodina. Por vezes, as melodias descem até ao Kosovo, ou Metohija e Kosovo, como se dizia antigamente, e então ouvimos as notas de Adje Jano, Kolo da Igramo.
Vem Jano, vamos dançar o kolo. No pensamento ribomba a voz de Mara Dordevic e quase somos levados às lágrimas. Era isso que nos esperava em Novi Sad. Emoção e comoção. Nos Balcãs cada esquina tem um drama e todos parecem viver entre a comédia e a tragédia, eufóricos, como se não houvesse amanhã.
Just imagine there is only one stary night until the end of the world. What would we do?, pergunta Boris Kovak. E responde: The last dance party!!!

Por agora estávamos serenos, no jardim do Fontana, a beber a primeira Nicksicko. O comboio ainda nos pesava no corpo. O Avala Express liga todos os dias as capitais da Hungria e da Sérvia, atravessando as monótonas planícies da Voivodina, parando em Subotica e Novi Sad antes de aportar em Belgrado. Já não sei quantas vezes entrámos naquele comboio. O mesmo calor. O mesmo enfado durante as paragens na fronteira. Mais um carimbo. Naquela tarde de Junho, que agora recordo, a carruagem ia quase vazia. Um casal comia cenouras, pimentos e beterrabas. Mudei-me para o bar, e o tempo passou ligeiro, com(o) um jogo de xadrez, um café turco e algumas Jelen Pivo. No final, um empate. Talvez. A memória de um tabuleiro à entrada do final dilui-se na noite de Novi Sad. E, à primeira noite, sucedeu-se a segunda, e a terceira.
(Numa dessas noites falaram-nos de Perast, numa tasca fora-de-horas que serve os melhores cevapcici da cidade:
Não podem perder Perast, fica a poucos quilómetros de Kotor,
avisaram-nos.)
A quarta noite foi passada noutra carruagem, a caminho de Podgorica. Deixávamos Novi Sad. (Gosto de Novi Sad, gosto de sentir aquela atmosfera com um travo a decadência, decadência orgulhosa, o ocidente com o oriente infiltrado, uma das portas de entrada em Bizâncio. Há Habsburgo e Porte em Novi Sad. Há Roma e Constantinopla. Em Belgrado já há menos Habsburgo e mais Porte.) Pensámos em alugar um carro, mas desistimos após o conselho que nos foi dado na agência de aluguer. (Deram-nos duas sugestões na agência. Uma foi:
vão de comboio. A outra: Vão para Kotor?, então têm que ir a Perast, fica perto. Parece que sim…)
Um carro alugado seria um problema. Para mudar de país teríamos que pagar mais, e os trâmites seriam um pouco complicados. Mudar de país!? Afinal, o Montenegro já era “outro país”, a declaração de independência era apenas uma formalidade (a moeda já há algum tempo tinha mudado, do dinar para o euro). Se havia fronteira, talvez fosse melhor atravessá-la dentro de uma carruagem. Agradecemos a sugestão desinteressada e fomos à estação comprar o bilhete. Escolhemos o comboio nocturno que liga diariamente Novi Sad a Bar. Nós apear-nos-íamos em Podgorica, para daí seguir até Kotor.

Após muitas horas deitado e poucas de sono, levantei-me com o cheiro a café que vinha do compartimento do revisor. Alguns passageiros tiveram sorte, e aproveitaram a simpatia do fiscal. Eu meti a cabeça de fora e tentei acordar com o ar fresco da manhã, ainda temperada pela neblina da madrugada que teimava em não levantar. Numa curva apertada o comboio abrandou. Estávamos em pleno terreno acidentado da península balcânica, onde Satanás cravou as unhas.
(É difícil imaginar o avanço e recuo dos turcos neste terreno. A Polónia queixa-se de uma geografia maldita. Nos Balcãs também se ouvem os mesmos lamentos. Mas mais diferentes não podiam ser as geografias polaca e jugoslava.)
Estávamos em território outrora disputado por clãs eslavos e cadres otomanos. Estávamos no coração da Europa Selvagem.
(Os Balcãs inspiram títulos dramáticos: The Savage Europe, no início do século XX; depois, Black Lamb and Grey Falcon, de Rebbeca West; mais recentemente, The Impossible Country, de Brian Hal; e o melhor, A Vida e a Morte dos Outros, o título com o qual José Cutileiro baptizou a sua obra essencial sobre a crise balcânica dos anos 90 do século passado.)
Estávamos nos Balcãs. Lá em baixo corria um rio. E, ao lado, repousavam, eternamente, duas ou três carruagens de comboio enferrujadas e retorcidas. Quantas vidas teriam ficado ali, naquela curva apertada perdida no meio da Sérvia central? Nós passáramos incólumes pela armadilha, mas era o primeiro aviso. A vida é frágil.
Após mais algumas horas de viagem (e um atraso de três), chegámos a Podgorica, a capital do Montenegro. Percorremos de camioneta as poucas dezenas de quilómetros que ainda nos separavam do (falso) fiorde de Kotor. Um corte na estrada. A temperatura subia. Entre mudanças de transportes e atrasos, a viagem durou vinte horas.

Em Kotor pensei ter chegado ao “fim da europa”. Encravada entre as montanhas, à beira da água e aninhada numa das extremidades do fiorde com o mesmo nome, a vila está rodeada por uma muralha impossível, que sobe e desce as escarpas como se lá tivesse sido colocada por deuses. Afinal, o Olimpo está nas montanhas de Kotor. Ou então são mesmo os verdadeiros obreiros da fortaleza, os reis da dinastia Nemanjic, quem guarda a cidade. Para os sérvios, os antepassados de S. Lazar, alguns também canonizados, têm a aura da divindade. Na vila sente-se o seu peso, mesmo depois de diluído por séculos de domínio veneziano, quando Kotor era Cattaro.
O clima inconstante, entre o calor excessivo e as enxurradas inesperadas, reforça a desconfortável sensação de estarmos fora do mundo, num estágio intermédio entre os mortais e os deuses, entre o inferno e o paraíso, longe do purgatório e da purificação. Nas paredes e nas árvores, enfrentamos obituários impressos em folhas A4: uma cruz, uma fotografia, algumas palavras. Não podemos desviar os olhos. Cheira a morte. Fim. Fim do mundo. Mais avisos.
Mas se Kotor nos levou às portas do céu, fazendo-nos temer que talvez fosse impossível regressar a uma existência terrena, Perast afundou-nos mais ainda na trama balcânica. E com Perast veio um inesperado sentimento de perda.

Chegámos novamente na pequena camioneta que recolhe viajantes em qualquer ponto dos vinte quilómetros que separam as duas vilas. Novamente, sim, pois no dia anterior já percorrêramos as ruas de Perast e já nos regaláramos com os mexilhões, os melhores mexilhões do mundo. Mexilhões na buzaru. Alho, tomate, salsa e vinho branco, o Mediterrâneo numa caçarola. Mas hoje íamos a Perast para visitar a ilha Gospa od Skrpjela (e depois, mais mexilhões, claro).
Fomos levados por uma espécie de táxi marítimo sem licença e a ilha vertia turistas quando desembarcámos. O ruído era ensurdecedor. Pouco tempo depois a multidão regressou ao barco e deixou-nos envoltos no silêncio. Para além de nós, apenas um homem permaneceu na ilha. Pescava peixinhos com uma linha, como quem faz “paciências”. Não havia conflito, nenhuma luta do homem com a natureza ou com o seu próprio âmago. Não era um velho, nem era o mar. Era apenas um homem tranquilo em águas tranquilas. Deitei-me junto do farol e esperei pela hora da recolha, angustiado, e incomodado pela beleza lancinante do lugar. Depois do vazio deixado pelo fim de um projecto que me consumiu as entranhas (MittelEur/opa, terminado em Fevereiro de 2006), confrontava-me agora com o fim de uma viagem iniciada cinco anos antes no Lublianica, no barco de Joze. Sozinho, no farol, enfrentava o Nada. O homem continuava a tirar peixes da água. Ao longe, um enorme navio de cruzeiro que se mantivera atracado em Kotor durante todo o dia aproximava-se. Antes de penetrar no estreito que liga o fiorde ao Adriático, contornou as ilhotas. Das balaustradas, os turistas acenavam. Percebi nessa altura, quando os embarcadiços gesticulavam nas janelas dos seus camarotes, que não havia chegado o fim da linha. Havia apenas viajado em círculo e regressado ao ponto de partida. Estava muito mais perto do mundo agora, do que quando Joze, numa noite do já longínquo Verão de 2001, me levou pelo Lublianica adentro no seu pequeno barco, iniciando-me nos rituais balcânicos, e dando início a uma trajectória que não pude mais controlar. Naquele farol, rodeado de água por todos os lados, estava na porta de saída. Era preciso partir. Novamente. Antes que o cansaço cedesse ao chamamento de Kotor. A minha Ogygia.

Corto Maltese temia Veneza. Receava que a cidade o afastasse dos mares e das estepes. A Veneza vai-se para morrer, já se sabe, e essa morte é mais do que um devaneio literário, é uma insinuação que brota do cheiro pútrido dos canais, e parece ser também o triste destino da cidade. Só a engenharia a pode salvar; o fim está cravado nos alicerces de Veneza. Corto Maltese temia-a (Veneza, ou a morte?). Eu temo lugares como Kotor. Talvez um dia lá desagúe para desaparecer. Mas agora desassossego-me com espaços assim, tenho medo que me afastem da cidade, acenando-me com as suas tentações nos momentos mais fracos, quando o cansaço agride o corpo e a mente.
(Uma vez perdi-me em Veneza. Cada ruela que escolhia acabava na água. Andei assim durante dez, quinze minutos. Não me recordo bem. Hoje, passados tantos anos, não sei se tudo não terá passado de um devaneio. Um sonho com duas luas.)

Em Kotor também se morre. Os obituários colados nas árvores, nas paredes, em qualquer lugar, lembram-nos, sem tréguas, e com rostos de todas as idades, como tudo pode acabar num segundo. E os dias de Kotor acabaram. No regresso a Podgorica, depois da ascensão aos céus, subimos as montanhas. A estrada ofereceu-nos mais uma visão da baía e depois descemos para Budva, e voltámos a subir. A paisagem hipnotiza-nos, mas as carcaças de automóveis que pontuam o caminho não dão descanso ao espírito. Mais avisos.
O mar desaparece. Agora tudo é verde, mas em breve regressará a aridez. Aridez e abundância alternam-se em períodos de poucos quilómetros. Essa é uma (outra) das maldições dos Balcãs.
Pelo caminho, um vestígio da Albânia, muito ténue, perdido na neblina. Um país longe de tudo.

Regressávamos à Sérvia. Por muito que a visita a Belgrado me parecesse, após Kotor, uma descida aos infernos, sabia que tinha que lá ir, mais uma vez. Quem diria que, depois de ter deixado a capital sérvia no verão de 2003 com má impressão, a tornaria a visitar, com prazer, três vezes nos três anos seguintes! E não foi o inferno, claro, pelo contrário. Pouco tempo após ter chegado a Belgrado, já a cidade me segredava ao ouvido, kolo da igramo! E eu fui, dançar o kolo com Belgrado durante quatro dias.
Carlos Miguel Fernandes
Publicado por CMF às março 6, 2008 02:31 AM
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Comentários
Caro Carlos M. Fernandes,
Eis uma viagem que gostaria de fazer. Como estou em Berlim e não é assim tão longe, sinto-me tentado a embarcar no próximo comboio e a dirigir-me aos Balcãs.
Talvez tenha interesse em participar neste Prémio, com algum dos seus textos aqui publicados: Prémio Europeu de Jovens Jornalistas 2008
Faço parte da equipa responsável pela divulgação do Prémio Europeu de Jovens Jornalistas 2008, promovido pela Direcção-Geral para o Alargamento da União Europeia e pela associação de jovens jornalistas European Youth Press.
Acompanho semanalmente alguns dos posts neste blog e penso, que pode estar interessado em participar com um artigo neste Prémio Europeu de Jovens Jornalistas 2008.
Este concurso dirige-se aos jovens jornalistas, editores ou simples interessados que submetam um artigo sobre o alargamento da União Europeia, os novos e futuros países do Alargamento. O artigo publicado, ou a publicar até ao final de 2008, pode estar editado em qualquer tipo de meio, impresso ou digital.
Em baixo segue uma descrição completa do Prémio.
Caso surjam dúvidas estou à sua inteira disposição.
Obrigado.
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Prémio Europeu para Jovens Jornalistas 2008
Os jovens jornalistas (17 a 35 anos) de toda a Europa são convidados a participar num concurso pan-europeu sobre o alargamento e as fronteiras da União Europeia.
O tema do artigo a submeter ao concurso deve ser o alargamento da União Europeia e todos os assuntos que tenham a ver com os mais recentes Estados-membros (Estónia, Letónia, Lituania, Polónia, Hungria, Rep. Checa, Eslováquia, Eslovénia, Chipre e Malta), países candidatos ou potenciais candidatos (Croácia, Antiga República Jugoslava da Macedónia, Turquia, Albânia, Bósnia-Herzgovina, Montenegro, Sérvia e Kosovo - ao abrigo da Resolução 1244 do Conselho de Segurança das Nações Unidas), artigos sobre viagens, perspectivas de comunidades imigrantes, etc.
A Direcção-Geral para o Alargamento da Comissão Europeia lançou este concurso juntamente com a European Youth Press para encorajar os jovens jornalistas a reflectirem e expressarem as suas ideias acerca da política de alargamento da União Europeia e trocarem pontos de vista.
Os participantes devem enviar um artigo publicado ou a ser publicado até ao final de 2008 (mesmo que num site ou num blog pessoal) através do sítio Web do concurso www.EUjournalist-award.eu até 15 de Março de 2008 - ou enviar o artigo publicado ou a publicar para o seguinte email
info@eujournalist-award.eu
As participações podem ser redigidas em qualquer um dos idiomas oficiais da União Europeia ou num dos idiomas dos países candidatos ou potenciais candidatos.
O objectivo do concurso consiste em seleccionar um vencedor nacional para cada país, bem como iniciar o intercâmbio e o trabalho em rede entre os jovens jornalistas europeus. Após a entrega dos seus artigos, os júris nacionais – compostos por jornalistas experientes – irão seleccionar o artigo vencedor de cada país, em Abril de 2008.
Os 35 vencedores serão convidados a participar numa viagem pelos países dos Balcãs ocidentais e terão a oportunidade de participar numa conferência com representantes dos media de vários países, em Junho de 2008.
Mais informações e ideias para artigos estão disponíveis no sítio Web do concurso em www.EUjournalist-award.eu.
Publicado por: Andre Isidro em março 7, 2008 12:53 PM
Post maravilhoso, bravo!
Publicado por: Miguel em março 7, 2008 03:13 PM
Obrigado Miguel!
Caro André, já não sou assim tão jovem mas parece que ainda cumpro os critérios do prémio, quase no limite ;)
Mas não sou jornalista! Tenho imenso respeito por quem se dedica de corpo e alma a uma actividade e profissão, e por isso tenho algum pudor em entrar naqueles que não são os meus mundos. Mas não sei! Talvez aceite o desafio. Uma coisa é certa, fico desde já muito grato por me ter lido até ao fim e por achar que eu poderia participar neste evento. Obrigado!
Publicado por: CMF em março 8, 2008 09:58 PM